Entre notas e palavras: musicoterapia amplia a comunicação de pessoas com autismo

Laila tinha quatro anos de idade e, em razão do Transtorno do Espectro Autista (TEA), enfrentava dificuldades para falar. Também resistia às interações sociais, como o contato visual e a convivência com outras crianças, além de atraso na pronúncia das palavras.

Jornal da Paraíba ·8 de agosto de 2026 · 06h24
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Entre notas e palavras: musicoterapia amplia a comunicação de pessoas com autismo
Foto: Reprodução / Jornal da Paraíba

Laila tinha quatro anos de idade e, em razão do Transtorno do Espectro Autista (TEA), enfrentava dificuldades para falar. Também resistia às interações sociais, como o contato visual e a convivência com outras crianças, além de atraso na pronúncia das palavras. Apesar disso, conseguia cantar músicas simples, como cantigas infantis. Foi nesse contexto que a mãe da criança, a advogada Aline Barbosa, decidiu procurar um projeto social, em João Pessoa, voltado ao incentivo à música. A ação contava com a atuação do professor de música Sérgio Aires, que aceitou o desafio de trabalhar o desenvolvimento da criança. “A partir dali começou um trabalho que trouxe resultados muito importantes para o desenvolvimento dela, que começou a falar as primeiras palavras por meio da música”, disse a mãe. O caminho adotado em seguida, a musicoterapia, utiliza a música como ferramenta terapêutica para desenvolver a comunicação, promover o bem-estar e a saúde, utilizando-se de elementos musicais, como o ritmo, a melodia, o timbre e até o silêncio. No caso de Laila, entre canções, ritmos e instrumentos musicais, veio a primeira conquista : o som do “L”.

Esta é uma chamada. O texto acima é um trecho da matéria publicada por Jornal da Paraíba, citado com atribuição. A apuração, o texto completo e as imagens pertencem ao veículo de origem.

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