Entre notas e palavras: musicoterapia amplia a comunicação de pessoas com autismo
Laila tinha quatro anos de idade e, em razão do Transtorno do Espectro Autista (TEA), enfrentava dificuldades para falar. Também resistia às interações sociais, como o contato visual e a convivência com outras crianças, além de atraso na pronúncia das palavras.
Laila tinha quatro anos de idade e, em razão do Transtorno do Espectro Autista (TEA), enfrentava dificuldades para falar. Também resistia às interações sociais, como o contato visual e a convivência com outras crianças, além de atraso na pronúncia das palavras. Apesar disso, conseguia cantar músicas simples, como cantigas infantis. Foi nesse contexto que a mãe da criança, a advogada Aline Barbosa, decidiu procurar um projeto social, em João Pessoa, voltado ao incentivo à música. A ação contava com a atuação do professor de música Sérgio Aires, que aceitou o desafio de trabalhar o desenvolvimento da criança. “A partir dali começou um trabalho que trouxe resultados muito importantes para o desenvolvimento dela, que começou a falar as primeiras palavras por meio da música”, disse a mãe. O caminho adotado em seguida, a musicoterapia, utiliza a música como ferramenta terapêutica para desenvolver a comunicação, promover o bem-estar e a saúde, utilizando-se de elementos musicais, como o ritmo, a melodia, o timbre e até o silêncio. No caso de Laila, entre canções, ritmos e instrumentos musicais, veio a primeira conquista : o som do “L”.
Esta é uma chamada. O texto acima é um trecho da matéria publicada por Jornal da Paraíba, citado com atribuição. A apuração, o texto completo e as imagens pertencem ao veículo de origem.
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