Incerteza climática não pode adiar decisões sobre prevenção e proteção financeira, defendem especialistas
A impossibilidade de prever com exatidão quando, onde e com qual intensidade ocorrerá o próximo evento climático extremo não pode servir de justificativa para adiar decisões.
A impossibilidade de prever com exatidão quando, onde e com qual intensidade ocorrerá o próximo evento climático extremo não pode servir de justificativa para adiar decisões. Especialistas reunidos nesta quinta-feira (6), em São Paulo, defenderam que o Brasil já possui informações suficientes para ampliar investimentos em prevenção, incorporar critérios de resiliência à infraestrutura e expandir mecanismos de proteção financeira para cidades, empresas e produtores rurais O debate ocorreu durante o evento “Riscos Climáticos e o Setor Segurador: como ampliar a resiliência do Brasil?”, promovido pelo Instituto Clima e Sociedade (iCS) e pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), no Museu de Arte de São Paulo (Masp). O encontro integrou a programação do World Climate Summit São Paulo, organizado pela World Climate Foundation. Na abertura, a diretora executiva do iCS, Maria Netto, enfatizou que os custos econômicos, fiscais e sociais das mudanças climáticas tendem a crescer à medida que os eventos extremos se tornam mais intensos e frequentes.
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