Como e o que fazer com a saudade?

Em menos de dois meses, o calendário pessoense virou um acúmulo de ausências: fui a quatro missas de sétimo dia. Quatro pessoas conhecidas se foram, deixando um silêncio e um vazio pesado onde antes havia vida.

MaisPB ·kubitschek ·16 de outubro de 2026 · 16h10
Compartilhar
Como e o que fazer com a saudade?
Foto: Reprodução / MaisPB

Em menos de dois meses, o calendário pessoense virou um acúmulo de ausências: fui a quatro missas de sétimo dia. Quatro pessoas conhecidas se foram, deixando um silêncio e um vazio pesado onde antes havia vida. Socorro Fontes, para quem já dediquei uma crônica, amiga do meu amigo Kubitcheck, partiu deixando sua marca indelével. Rose Almeida, alma querida e bondosa, amada por todos e, principalmente, por Maria, ajudou a reformar a igreja de Lourdes, deixou sua marca naquele lugar. Viveu com uma fé inabalável. Jamais deixou transparecer sua dor. Resignada, entregou-se aos braços do Pai, sem nos dar chance de dizer adeus. Ainda fecho os olhos e lembro da alegria dela sempre que nos encontrávamos em qualquer lugar. Peinha, mãe da minha colega Andréa Dantas, viveu dedicada à família e à igreja. A homenagem dos seus filhos foi a mais bonita que já testemunhei, num resgate detalhado e afetuoso do convívio familiar, da presença de uma mulher altiva e marcante, que deixou a impressão de como viver grandes momentos registrados através das festas, viagens, além da sua trajetória profissional, que só o verdadeiro amor é capaz de eternizar. E, por fim, o sociável e excêntrico Marcos Pires.

Esta é uma chamada. O texto acima é um trecho da matéria publicada por MaisPB, citado com atribuição. A apuração, o texto completo e as imagens pertencem ao veículo de origem.

Ler a matéria completa em MaisPB →