Mundo sem porteira

Eu cheguei de muito longe a me perguntar se as pessoas perderam a sensibilidade, se a euforia do impacto em ver um conteúdo e exclamar: gente eu nunca achei que fosse ver uma coisa dessas!. Ora, faz tempo que eu saí da ilha de Saramago, mas não é sobre isso que eu quero escrever.

MaisPB ·kubitschek ·11 de outubro de 2026 · 08h34
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Eu cheguei de muito longe a me perguntar se as pessoas perderam a sensibilidade, se a euforia do impacto em ver um conteúdo e exclamar: gente eu nunca achei que fosse ver uma coisa dessas!. Ora, faz tempo que eu saí da ilha de Saramago, mas não é sobre isso que eu quero escrever. Eu sempre saio da rede armada no quarto e vou ao computador. Muitas vezes sem saber que tema vou escrever, como estou fazendo agora. Eu escrevo há muito tempo. Comecei no Jornal O Norte, com o apoio do jornalista Walter Galvão, depois com a abertura do jornalista e professor Wellington Pereira no Cadreno Gente & Lazer – ele gostava e me incentivava. Eu fui, eu vou, eu sou, ainda estou aqui Tempos depois fui colunista diário do Jornal O Momento, que tinha o nome ´Kotidiano´ arte feita por Cristóvão Tadeu, a convite do jornalista Walter Santos. Não sei se eu era jovem, ou um velho como sempre fui. Só sei que ali escrevi diversos textos, olhares e descobertas, que tenho quase todos recortados e pregados em papel A4.

Esta é uma chamada. O texto acima é um trecho da matéria publicada por MaisPB, citado com atribuição. A apuração, o texto completo e as imagens pertencem ao veículo de origem.

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