Marco, Marcos, marcou
Moacyr Arcoverde Na lembrança dos meus saudosos pais que conhecerem Adrião e dona Creusa desde quando aterrizaram na capital paraibana, vindos do sofrido Patos da década de 50; eu apenas sabia que o casal de empresário tinha um filho que desfilava no tão sonhado Puma conversível ou em um triciclo, e era o dono de uma d
Moacyr Arcoverde Na lembrança dos meus saudosos pais que conhecerem Adrião e dona Creusa desde quando aterrizaram na capital paraibana, vindos do sofrido Patos da década de 50; eu apenas sabia que o casal de empresário tinha um filho que desfilava no tão sonhado Puma conversível ou em um triciclo, e era o dono de uma das boites mais enigmáticas do Brasil: Passárgada! Eu morava em Brasília no começo da década de 90 e fui jantar no lendário restaurante ´Florentino´ que reunia a turma de Alagoas que administrava o Brasil de então, com amigos em comum de Marco: Josafá William Soares de saudoso memória, Marcelo Rabello Lucena e o hoje saudoso gentleman Roberto Tanouss. Marco chega, faz maior barulho, me cumprimenta e começamos todos a papear, empolgados por generosas doses de Logan, uísque da moda naquela época, devido ao presidente Collor apreciar o néctar. Coisas do Brasil No meio das conversas escuto Marco dizer a algum dos comensais que estaria indo a João Pessoa mas retornaria imediatamente; apenas para buscar um documento que daria entrada junto ao Tribunal Superior Eleitoral – TSE. Metido como sempre fui, interrompi o papo e fui direto: “Marco você é um cara bastante conhecido.
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