Ela muito amou
José Nunes A madrugada silenciosa sem estrelas de 31 de julho de 2017 carregou Goretti Zenaide para a eternidade, deixando vazias as manhãs que eram preenchidas quando líamos a sua página no Jornal, onde colocava a história de nossa gente.
José Nunes A madrugada silenciosa sem estrelas de 31 de julho de 2017 carregou Goretti Zenaide para a eternidade, deixando vazias as manhãs que eram preenchidas quando líamos a sua página no Jornal, onde colocava a história de nossa gente. Uma página que continua sendo escrita por outros porque é a história de todos os seus amigos e admiradores. A pequena lista das amizades ausentes que me cativaram ganhou a presença de Leta, mesmo desejando que fosse retardada sua chegada. Agora terei como recordações as imagens dos momentos que juntos passamos, no tempo do jornal “O Momento” onde exercitava meus conhecimentos de catador de notícias e ela administrando a empresa, chegava até nós com palavras carinhosas nos instantes de apreensão. Guardarei dela a imagem de uma mulher que nos acolheu na Revista “EmDia”, nos abraçou no Jornal “O Norte”, não somente a mim, mas sobretudo minha filha Angélica Nunes que dava os primeiros passos como repórter, e nos reencontramos depois aqui no Jornal “A União”. Goretti sempre esteve com os braços abertos ao acolhimento, foi sempre alimentada pelo sorriso meigo que se tornou sua característica de mulher aguerrida, meiga e educada.
Esta é uma chamada. O texto acima é um trecho da matéria publicada por MaisPB, citado com atribuição. A apuração, o texto completo e as imagens pertencem ao veículo de origem.
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