Chacina de Pioz: psiquiatras analisam comportamento de assassino 10 anos após crime
Dez anos depois da Chacina de Pioz , o comportamento de François Patrick Nogueira Gouveia continua sendo um dos elementos mais perturbadores do caso. O jovem paraibano matou o tio, Marcos Campos Nogueira, a esposa dele, Janaína Santos Américo, e os dois filhos do casal, Maria Carolina, de 4 anos, e David, de 1 ano, na
Dez anos depois da Chacina de Pioz , o comportamento de François Patrick Nogueira Gouveia continua sendo um dos elementos mais perturbadores do caso. O jovem paraibano matou o tio, Marcos Campos Nogueira, a esposa dele, Janaína Santos Américo, e os dois filhos do casal, Maria Carolina, de 4 anos, e David, de 1 ano, na Espanha, em agosto de 2016. Um dos aspectos que mais chamou atenção nas investigações foi a forma como Patrick compartilhou o crime em tempo real com o amigo Marvin Henriques Correia, que estava em João Pessoa. Enquanto aguardava a chegada do tio à casa, Patrick enviou mensagens detalhando o que havia feito e recebeu respostas do amigo. Para o psiquiatra forense Guido Palomba, que atuou em casos de repercussão como o do Maníaco do Parque e de Henry Borel, esse comportamento pode ser compreendido dentro de uma estrutura de personalidade marcada pela ausência de empatia, compaixão e remorso. O especialista afirma que não se trataria de uma mudança repentina ou de um momento de perda de controle. “Não é clique, não existe clique.
Esta é uma chamada. O texto acima é um trecho da matéria publicada por Jornal da Paraíba, citado com atribuição. A apuração, o texto completo e as imagens pertencem ao veículo de origem.
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