Reserva de emergência ainda é frágil e não dura seis meses para boa parte da população, diz especialista

Mesmo com 69% dos brasileiros afirmando ter dinheiro guardado, 43% ficariam sem esse recurso em até seis meses. Quase um terço da população não possui qualquer reserva.

Portal Correio ·vitor Oliveira ·9 de agosto de 2026 · 14h29
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Reserva de emergência ainda é frágil e não dura seis meses para boa parte da população, diz especialista
Foto: Reprodução / Portal Correio

Mesmo com 69% dos brasileiros afirmando ter dinheiro guardado, 43% ficariam sem esse recurso em até seis meses. Quase um terço da população não possui qualquer reserva. Os dados são do Raio X do Investidor Brasileiro, levantamento de 2025 realizado pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) em parceria com o Datafolha. O cenário revela uma espécie de “segurança de curto prazo”, que pode não ser suficiente diante de situações como perda de renda, doenças ou despesas inesperadas. Para Hugo Cirne, líder da XP na Paraíba, além de guardar dinheiro, é preciso escolher onde mantê-lo. “Durante muito tempo, a poupança foi vista como porto seguro. Hoje, ela funciona mais como um lugar de passagem do que de proteção. O dinheiro fica parado, rende pouco e perde força com o tempo”, explica. Segundo o especialista, a reserva precisa ser construída com regularidade e ter como objetivo cobrir pelo menos seis meses das despesas. “Não adianta só guardar um dinheirinho quando sobra. A reserva de verdade precisa de constância e objetivo. O ideal é ter um valor que segure pelo menos seis meses das despesas da casa”, afirma Cirne.

Esta é uma chamada. O texto acima é um trecho da matéria publicada por Portal Correio, citado com atribuição. A apuração, o texto completo e as imagens pertencem ao veículo de origem.

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