“Candidato ficou refém de facção”, diz promotor Octávio Paulo Neto sobre influência do crime nas eleições na Paraíba

O avanço do crime organizado sobre a política e as eleições chegou à Paraíba , segundo reportagem publicada pela Revista Piauí na última quinta-feira (6). O material aborda como organizações criminosas passaram a tentar influenciar campanhas, eleições e até estruturas da administração pública em diferentes regiões do p

ClickPB ·Leonardo Barbosa ·9 de agosto de 2026 · 11h29
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“Candidato ficou refém de facção”, diz promotor Octávio Paulo Neto sobre influência do crime nas eleições na Paraíba
Foto: Reprodução / ClickPB

O avanço do crime organizado sobre a política e as eleições chegou à Paraíba , segundo reportagem publicada pela Revista Piauí na última quinta-feira (6). O material aborda como organizações criminosas passaram a tentar influenciar campanhas, eleições e até estruturas da administração pública em diferentes regiões do país. A reportagem completa pode ser lida na Revista Piauí . Entre os relatos apresentados pela revista está o do promotor Octávio Paulo Neto , coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público da Paraíba . Ao falar sobre a mudança na relação entre candidatos e lideranças locais, ele afirmou: “Se antes o candidato pedia votos para os líderes comunitários, agora ficou refém do líder da facção que controla o bairro.” A reportagem cita Cabedelo e João Pessoa como exemplos de municípios paraibanos onde investigações apontaram suspeitas de aproximação entre grupos criminosos e agentes políticos. Em Cabedelo , a Revista Piauí relata a atuação de Flávio de Lima Monteiro, conhecido como Fatoka , apontado como uma liderança criminosa com influência sobre o município.

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