Os santos de Tavinho

No início era chão, barro, bairro do coração, o Roger, onde nasceu Tavinho Santos e Vital Farias. Tavinho chega perto de mim com cartografias e manuscritos do cérebro. Vital chega com “Ai, Que Saudade D’Ocê” Saudade é bom e faz doer, mas caro Vital, onde estiveres saiba a gasolina não para de subir de preço.

MaisPB ·kubitschek ·9 de agosto de 2026 · 09h21
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Os santos de Tavinho
Foto: Reprodução / MaisPB

No início era chão, barro, bairro do coração, o Roger, onde nasceu Tavinho Santos e Vital Farias. Tavinho chega perto de mim com cartografias e manuscritos do cérebro. Vital chega com “Ai, Que Saudade D’Ocê” Saudade é bom e faz doer, mas caro Vital, onde estiveres saiba a gasolina não para de subir de preço. Convidei Tavinho para nosso podcast ´K Pra Nós´ – ele atrasou dez minutos e eu dei uma bronca nele. Veio como se desembarcasse de um disco voador, tamanha inteligência e não por se tratar de um ser de outro planeta, mas quem nasceu no Roger não é qualquer um – a sua presença admite de cara a declaração universal a ser entendida como uma indicação. No fundo do Roger, Tavinho Santos, ex-vereador da capital, foi e é capaz de conduzir o destino de uma cidade, ao bel-prazer humanitário. Este homem que conhece a cidade na palma da mão – amada, inteiramente dos destinos das sociedades aqui construídas.

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