Trabalhar não cansa, Van Gogh
Encontrei no baú da felicidade, o filme ´Trabalhar Cansa´, primeiro longa de Marco Dutra e Juliana Rojas. A capa do dvd traz uma citação de um crítico estrangeiro que diz que a obra é uma espécie de encontro entre “O Iluminado” de Kubrick e a obra de Vittorio de Sica. Num é não.
Encontrei no baú da felicidade, o filme ´Trabalhar Cansa´, primeiro longa de Marco Dutra e Juliana Rojas. A capa do dvd traz uma citação de um crítico estrangeiro que diz que a obra é uma espécie de encontro entre “O Iluminado” de Kubrick e a obra de Vittorio de Sica. Num é não. Explorando a tribuna, o orientador espiritual Agamenón Rigoberto, fã de Mário Varlas Llosa, que está em pleno pulmões, o Rogoberto, surge para mostrar o suplício plenamente anunciado há dez mil anos atrás, da invasão da legião de fantasmas públicos e notórios, com tufos de dinheiro nosso nos bolsos e nas mãos. Essa história é velha Senhor, K – o trailer está nas ruas – imagina uma greve de funcionários fantasmas. Cruz credo, mas Agamenon já terá falecido. Ou não. Trabalhar não cansa, Van Gogh! O filme aborda as relações de trabalho, talvez uma referência ao livro de poesia de Cesare Pavese?), mas também adentra com força no suspense, talvez até explorando o sobrenatural. Aí você encontra um cara na rua e diz tudo bem? Ele responde tudo bem.
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