Será que o Brasil vai cometer outra loucura?
1960. O Brasil elegeu Jânio Quadros. Jânio e a vassoura que usaria para varrer a bandalheira. Empossado em janeiro de 1961, renunciou sete meses depois. 1989. O Brasil elegeu Fernando Collor. Um playboy que se vendia como caçador de marajás. Empossado em março de 1990, foi impichado em dezembro de 1992. 2018.
1960. O Brasil elegeu Jânio Quadros. Jânio e a vassoura que usaria para varrer a bandalheira. Empossado em janeiro de 1961, renunciou sete meses depois. 1989. O Brasil elegeu Fernando Collor. Um playboy que se vendia como caçador de marajás. Empossado em março de 1990, foi impichado em dezembro de 1992. 2018. O Brasil elegeu Jair Bolsonaro. Mau militar, venceu e governou defendendo as piores ideias. Está preso, condenado por uma tentativa de golpe de estado. 2026. O presidente Lula tenta conquistar seu quarto mandato. Seu principal oponente na disputa é o senador Flávio Bolsonaro, o primogênito de Jair Bolsonaro. Em 1960, eu era um bebê. Não tenho qualquer lembrança de Jânio presidente, mas cresci ouvindo o testemunho que quem, à época, já antevia a tragédia. Em 1989, eu tinha 30 anos e jamais me deixaria enganar por um político como Collor. Era óbvio demais que estávamos diante de uma trágica aventura. Deu no que deu. Em 2018, eu tinha 59 anos e enxergava nitidamente que Bolsonaro seria pior do que Jânio, pior do que Collor. Um incapaz que o Brasil botou na Presidência.
Esta é uma chamada. O texto acima é um trecho da matéria publicada por Jornal da Paraíba, citado com atribuição. A apuração, o texto completo e as imagens pertencem ao veículo de origem.
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