O filho da puta
A sensação é de que estamos dentro de um filme – onde muitos estão condenados ao estágio subseqüente do que já foi , pelo impedimento i nimaginável ou ainda pior. Muita coisa ainda está obscura no cenário Brasil, pela inquietação, pela preocupação com o andar de baixo.
A sensação é de que estamos dentro de um filme – onde muitos estão condenados ao estágio subseqüente do que já foi , pelo impedimento i nimaginável ou ainda pior. Muita coisa ainda está obscura no cenário Brasil, pela inquietação, pela preocupação com o andar de baixo. Por que estou dizendo isso? Porque dei de cara com o filho da puta . O cara tem a cara de pau de saber que é o filho da puta, mas não protege a mãe , nem a nação. Q uando a rotina se normalizar, com o preencher o vazio, o filho da puta vai botar novamente o bloco na rua – é um maldito sofisticado. Por enquanto, estamos sob constante tensão. Não sabemos o destino do nosso do patropi. Nada é mais escondido, o mais depressa possível, depois de ser usado – realmente tudo, baralho de paciência, canetas azuis no rabo, canetas mounjaro, envelopes duvidosos, qualquer migalha – é o clube da luta de um lado, e a roubalheira do outro. Antes de encher o cachimbo e saber que ele está seco, fumar ceco é coisa antiga, olho pela janela do sobrado do Ratinho, que ajustava meus paletõs folgados de frente a Praça João Pessoa, e se há algo suspeito, a praça não é mais povo.
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