Sabatinas do JN confirmam deterioração da cena política nacional

Na semana passada, de segunda-feira (24) a sábado (29), o Jornal Nacional entrevistou seis candidatos à Presidência da República: Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Renan Santos, Luiz Inácio Lula da Silva, Flávio Bolsonaro e Augusto Cury.

Jornal da Paraíba ·Silvio Osias ·31 de agosto de 2026 · 03h00
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Sabatinas do JN confirmam deterioração da cena política nacional
Foto: Reprodução / Jornal da Paraíba

Na semana passada, de segunda-feira (24) a sábado (29), o Jornal Nacional entrevistou seis candidatos à Presidência da República: Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Renan Santos, Luiz Inácio Lula da Silva, Flávio Bolsonaro e Augusto Cury. Essas sabatinas se repetem a cada eleição presidencial, e tenho o hábito de acompanhá-las. São necessárias ao processo eleitoral e à vida democrática, mas confesso que não gosto do tom excessivamente inquisidor adotado pelos entrevistadores. Concordo que os temas polêmicos devem, sim, ser colocados e que a emissora não tem a obrigação de ser boazinha com os candidatos. Mas, não é de hoje, a sensação que as sabatinas do JN me dão é de que beiram a agressividade com o entrevistado. Vi as entrevistas na GloboNews , todas elas seguidas da Central das Eleições , programa em que eram analisadas pelos comentaristas, sob o comando de Natuza Nery. Fernando Gabeira, num dos programas, definiu o formato com propriedade. A primeira parte é para lavar a roupa suja. A segunda é para tratar de propostas. O problema, na visão de Gabeira, é que a lavagem de roupa suja se estendeu demais.

Esta é uma chamada. O texto acima é um trecho da matéria publicada por Jornal da Paraíba, citado com atribuição. A apuração, o texto completo e as imagens pertencem ao veículo de origem.

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