Os dois bolsos do paraibano: Pix para compras pequenas e parcelamento a partir de R$ 100

O paraibano decide como pagar pelo tamanho do gasto. Nas compras de até R$ 30, o Pix sai na frente: é o meio escolhido em 61% delas. Entre R$ 30 e R$ 100, a liderança continua, com 54%. Mas quando o valor passa de R$ 100, o cartão assume, e com folga: 72% das compras nessa faixa vão para o crédito.

Jornal da Paraíba ·Plínio Almeida ·14 de setembro de 2026 · 14h50
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Os dois bolsos do paraibano: Pix para compras pequenas e parcelamento a partir de R$ 100
Foto: Reprodução / Jornal da Paraíba

O paraibano decide como pagar pelo tamanho do gasto. Nas compras de até R$ 30, o Pix sai na frente: é o meio escolhido em 61% delas. Entre R$ 30 e R$ 100, a liderança continua, com 54%. Mas quando o valor passa de R$ 100, o cartão assume, e com folga: 72% das compras nessa faixa vão para o crédito. Os dados são da Pesquisa Cielo de Hábitos de Pagamento no Varejo, feita em parceria com a Expertise/Opinion Box, e explicam, na prática, como o bolso do consumidor paraibano funciona: Pix para o dia a dia, parcelamento para o que pesa no orçamento. "O Pix na maquininha resolve bem a compra do dia a dia e ganhou o lojista porque roda na mesma infraestrutura que já protege as operações de cartão, com rastreabilidade e conciliação automática. Mas o consumidor continua recorrendo ao parcelamento quando precisa acomodar o gasto no orçamento, e isso aparece com clareza em João Pessoa", afirma Adriana Garbim, vice-presidente comercial de Varejo e Empreendedores da Cielo. O resultado disso é um mercado de pagamentos surpreendentemente dividido. Entre janeiro e julho de 2026, o Pix respondeu por 7,6% do faturamento do varejo de João Pessoa. Parece pouco, e é, diante dos concorrentes.

Esta é uma chamada. O texto acima é um trecho da matéria publicada por Jornal da Paraíba, citado com atribuição. A apuração, o texto completo e as imagens pertencem ao veículo de origem.

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