Marcos Pires para sempre
Claro que estou triste, No velório de Marcos Pires, muitos esqueceram onde estavam… gargalhadas geral nos corredores. É foda. É a vida! Eu não queria vê-lo inerte, esticado num caixão – não era Marcos.
Claro que estou triste, No velório de Marcos Pires, muitos esqueceram onde estavam… gargalhadas geral nos corredores. É foda. É a vida! Eu não queria vê-lo inerte, esticado num caixão – não era Marcos. Fui na companhia do desembargador Onaldo Queiroga, na travessia mais longa, silenciosa, como se estivesse indo com Marcos bater à porta de Deus, dizendo: “cheguei” – ou como se eu mandasse dizer – fui eu que morri. Talvez fosse seu último post, mas ele já tinha esquecido do Instagram, do mar e do Pilates. Na manhã seguinte ouvi em demasia a turma da caminhada, os anônimos e sensíveis lamentando a morte de Marcos, antes de darem bom dia. Os sobreviventes sempre retomam o fôlego perdido, e – como todos sabem – a turma do cafezinho, do pão assado na padaria do bom/fim, (sim, do bom fim) um café pequeno, mas nada é de graça e, certamente, serão os que mais lembrarão de Marcos, os garçons, os pedintes, os brilhantes admiradores. Marcos esteve dentro de nossas vidas, e não no lugar do goleiro na hora do gol, sobretudo, na vida dos simplórios que agora não têm mais a imagem do Pires avexado, que nem eu, e falava feito um grilo.
Esta é uma chamada. O texto acima é um trecho da matéria publicada por MaisPB, citado com atribuição. A apuração, o texto completo e as imagens pertencem ao veículo de origem.
Ler a matéria completa em MaisPB →