Mais da metade dos bairros de Campina Grande tem alto risco proliferação do Aedes aegypti, aponta Secretaria de Saúde
A Secretaria de Saúde de Campina Grande realizou o segundo Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) do Município em 2024. O levantamento foi realizado entre os dias 1 e 5 de abril. Foram vistoriadas 9.024 casas. É a maior amostra já coletada.
A Secretaria de Saúde de Campina Grande realizou o segundo Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) do Município em 2024. O levantamento foi realizado entre os dias 1 e 5 de abril. Foram vistoriadas 9.024 casas. É a maior amostra já coletada. As equipes localizaram focos do mosquito em 4,5% das residências, ou seja, em 406 imóveis. Cerca de 80,5% dos focos estavam em depósitos localizados ao nível do chão, que são as cisternas, baldes, vasos, caixas d’água no solo, entre outros. Paraíba tem aumento de 207% nos casos de dengue no mês de março Dengue: confira orientações de como aplicar repelente de forma correta O resultado configura alto risco de proliferação do mosquito e de disseminação das doenças provocadas pelo Aedes aegypti em Campina Grande.Dos 63 bairros vistoriados, 34 apresentaram índice superior a 4,0%, ou seja, alto risco. Os bairros com maiores índices são Santa Cruz e Presidente Médici (9,8%). Os menores índices foram registrados em Catolé e Estação Velha (1,2%). O Complexo Aluízio Campos apresentava índice de 7,4% no primeiro LIRAa e agora teve 1,6%. O distrito de Galante caiu de 5,0% para 1,7%.
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