Briga de facções criminosas provocou princípio de rebelião em presídio de João Pessoa
O princípio de rebelião registrado no complexo Penitenciário de Segurança Máxima Doutor Romeu Gonçalves de Abrantes, o PB1 e PB2 , foi motivado por uma briga entre integrantes de duas facções criminosas rivais que convivem em um mesmo pavilhão, neste sábado (1º).
O princípio de rebelião registrado no complexo Penitenciário de Segurança Máxima Doutor Romeu Gonçalves de Abrantes, o PB1 e PB2 , foi motivado por uma briga entre integrantes de duas facções criminosas rivais que convivem em um mesmo pavilhão, neste sábado (1º). A informação foi confirmada pela Secretaria de Administração Penitenciária do estado (Seap-PB). Caso Washington Rodrigo: o que se sabe sobre a morte em hotel de João Pessoa A rebelião aconteceu no pavilhão 1 do PB2, segundo a Polícia Militar. De acordo com informações da TV Cabo Branco , essa briga consistiu em presos da organização criminosa identificada como Bonde do Cangaço tentarem invadir uma cela com cinco presos do PCC. De acordo com o comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar, responsável pela área onde fica o presídio e que foi acionado para a ocorrência, não houve mortos ou feridos graves. A PM também informou que não houve fugas nem reféns. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a corporação também foi chamada. Houve o registro de colchões queimados e dano ao patrimônio. Vídeos registraram a entrada de viaturas da Polícia Militar no presídio, assim como viaturas do próprio Corpo de Bomberios.
Esta é uma chamada. O texto acima é um trecho da matéria publicada por Jornal da Paraíba, citado com atribuição. A apuração, o texto completo e as imagens pertencem ao veículo de origem.
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