Estamos ficando menos machos

E graças a Deus por isso. Nada a ver com ser homem; trato dos comportamentos que foram evoluindo ao longo do tempo. Antigamente cumprimentávamos os amigos com tapas nas costas. Uma brincadeira estúpida. Passamos a apertar as mãos e é muito comum hoje em dia dois amigos darem um abraço.

MaisPB ·kubitschek ·29 de agosto de 2026 · 16h15
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Estamos ficando menos machos
Foto: Reprodução / MaisPB

E graças a Deus por isso. Nada a ver com ser homem; trato dos comportamentos que foram evoluindo ao longo do tempo. Antigamente cumprimentávamos os amigos com tapas nas costas. Uma brincadeira estúpida. Passamos a apertar as mãos e é muito comum hoje em dia dois amigos darem um abraço. Quando a amizade é grande, chega-se mesmo a dar um beijo na face. Calma, ainda vai chegar na turma dos abraços; é só uma questão de tempo. Por acaso isso tirou uma casquinha da “dignidade” masculina? Com relação às mulheres, antigamente era “proibido” um homem ser amigo de uma mulher. A turma entrava no modulo gozação: “- Parece que está afrutando, “- Cuidado, nesses dias vai usar saia”. Hoje ninguém tem mais receio dessas maravilhosas amizades. Porém no quesito homossexualidade é que noto a maior evolução. Em criança no Miramar havia um gay que era alvo de todo tipo de xingamentos. Mesmo os poucos de nós que interiormente nos revoltávamos com as cenas, tínhamos medo de reagir. Era certa a exclusão da turma. Demorou muito para que esse nojento preconceito começasse a desaparecer. Se o cara é homossexual, mas é rico, é outro patamar.

Esta é uma chamada. O texto acima é um trecho da matéria publicada por MaisPB, citado com atribuição. A apuração, o texto completo e as imagens pertencem ao veículo de origem.

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