Presidente do TRE-PB revela números do 2º turno na Paraíba, atesta lisura do processo e aponta ‘protagonismo do eleitor’

A presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), juíza Agamenilde Dias, destacou o êxito da operação realizada neste segundo turno das eleições municipais em João Pessoa e Campina Grande, agradecendo a todos os envolvidos no processo, desde mesários até observadores internacionais. Segundo a juíza, o planejamento detalhado foi essencial para atender 865.189 eleitores aptos a votar em João Pessoa e 298.896 em Campina Grande, com suporte de 10.224 mesários voluntários.

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“Trazemos aqui o resultado desse segundo turno, para o qual nos preparamos e planejamos para atender 865.189 eleitores aptos a votar em João Pessoa e 298.896 em Campina Grande. Um grande exército de mesários, 10.224 mesários trabalharam no dia de hoje”, ressaltou.

Além dos mesários, foram mobilizadas 319 pessoas para apoio logístico de votação e transmissão de dados, 105 na preparação das urnas e 340 coordenadores de acessibilidade.

Para garantir a transparência, houve auditoria em nove urnas, contando com uma equipe de 40 colaboradores que verificaram a autenticidade e a integridade das máquinas.

“A realização desse trabalho de conferência foi realizado sem divergência, numa comprovação da autenticidade, da integridade do sistema”, acrescentou.

A segurança também foi apontada com a atuação conjunta das forças policiais do estado e o apoio do governo, somando 3.439 profissionais da Polícia Militar, Polícia Civil, Bombeiros e Polícia Federal. Foram registradas 10 prisões de eleitores, sendo nove por prática de boca de urna e uma por violação ao sigilo do voto.

A juíza também mencionou a importância do projeto “Eleitores do Amanhã,” que envolveu 2.358 crianças no exercício simbólico de votar, promovendo o engajamento cívico desde cedo.

Por fim, Agamenilde agradeceu a todos os envolvidos, incluindo a ministra Cármen Lúcia, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a imprensa e os eleitores.

“O eleitor, ao longo do processo eleitoral, pôde ouvir, assistir e falar, mas o momento de protagonismo e soberania foi no silêncio das urnas, onde ele expressou sua vontade,” declarou, reiterando que o papel da Justiça Eleitoral é garantir que o eleitor seja o verdadeiro protagonista do processo democrático.


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Fonte: WSCOM

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