A Prefeitura de Campina Grande respondeu por meio de uma nota as declarações feitas pelo empresário e médico Dalton Gadelha, presidente do Hospital Help, que acusou a gestão municipal de acumular uma dívida de R$ 33 milhões com a unidade de saúde.
A Prefeitura afirma que o valor apresentado pelo empresário não condiz com a realidade e que já foram pagos mais de R$ 44 milhões à instituição apenas em 2024. O secretário de Saúde de Campina Grande, Dunga Júnior, os repasses foram feitos por meio do Fundo Municipal de Saúde com valores provenientes de emendas parlamentares e procedimentos realizados pelo SUS.
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Dunga também ressaltou que além dos pagamentos, houve transferências via decisões judiciais, restando um saldo de R$ 700 mil pendente, valor inferior ao alegado por Dalton Gadelha.
Leia a nota publicada pela Prefeitura na íntegra:
O secretário de Saúde de Campina Grande, Carlos Dunga Júnior, apresentou esclarecimentos sobre os repasses financeiros realizados ao Hospital HELP (Hospital Escola e Laboratórios de Pesquisa). O gestor informou que o Fundo Municipal de Saúde pagou mais de R$ 44 milhões ao hospital no ano de 2024, referentes a emendas parlamentares e realização de procedimentos pelo SUS.
De acordo com os dados apresentados por Dunga Júnior e ratificados pela Secretaria Municipal de Finanças, outras rubricas foram repassadas por meio de acordo judicial, restando apenas R$ 700 mil a serem pagos à instituição, diferentemente do valor apresentado de R$ 33 milhões, que fora divulgado.
Dunga explicou que o HELP atua por meio da Fundação Pedro Américo, e funciona como Rede Complementar do SUS, podendo receber recursos de emendas parlamentares e de produção hospitalar, ou seja, dos procedimentos executados pelo SUS.
Para o recebimento dos valores, é necessário apresentar planos de ação, no caso das emendas parlamentares. No caso da produção hospitalar, os recursos somente são recebidos até dois meses após o processamento, o que é uma praxe nos serviços executados pela Rede Complementar, uma vez que este é o intervalo necessário para que o Ministério da Saúde realize o pagamento.
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Fonte: WSCOM