A entrada de uma 11ª equipe na Fórmula 1 em 2026 vai provocar algumas mudanças – algumas, inclusive, decorrentes da entrada da Cadillac. Confira:
O principal impacto aos olhos do público deve ser nas sessões de qualificação. Com 22 carros no grid, o Q1 e o Q2 devem eliminar seis carros cada, contra cinco do atual formato. Já foi assim até 2014, último ano em que a F1 teve 11 equipes.
Há seis fabricantes inscritas como fornecedoras de motores para 2026: Audi, Ferrari, Honda, Mercedes, Red Bull Ford e Renault. A fabricante francesa, no entanto, não deve disputar a competição: a montadora optou por encerrar o projeto na F1, e a Alpine – então única a usar as unidades de potência em questão – correrá com Mercedes a partir de 2025.
Como a Cadillac entrará como equipe cliente, alguma fabricante ganhará mais um time. As mais cotadas são Ferrari (que trabalhará com Ferrari e Haas) e Honda (que fornecerá apenas para a Aston Martin).
Uma das principais alegações da F1 para recusar a Andretti era o fato de que uma nova equipe “representaria um fardo operacional para os promotores de corridas, sujeitaria alguns deles a custos significativos e reduziria os espaços técnicos, operacionais e comerciais dos outros concorrentes”.
Com a entrada da Cadillac, algumas questões precisarão ser adequadas. Entre elas, os espaços para uma nova equipe nos circuitos ao redor do mundo.
Prepare-se para rumores agitados. A partir do momento em que o acordo entre GM e F1 for oficializado, espera-se uma corrida de nomes na mesa da equipe – inclusive entre as especulações.
A Andretti deixou a liderança do projeto da equipe, mas ainda participa da operação. Isso porque a iniciativa aprovada é fruto da parceria da General Motors com a holding TWG Global, que é sócia de diversas organizações – entre elas, a Andretti.
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Fonte: Paraiba.com.br