“Nossa dívida está na casa dos R$ 900 milhões. Sabemos onde precisamos trabalhar para que ela fique estagnada e comece a redução”, afirmou o dirigente, que optou por não revelar o tamanho do déficit do clube em relação ao orçamento de 2024. O resultado será apresentado, em primeira mão, ao Conselho Deliberativo.
Com os números confirmados, o aumento da dívida do São Paulo, de 2023 para 2024, será de R$ 231 milhões, equivalente a 35% no último ano de mandato de Júlio Casares. Em outubro, o clube apresentou a criação de um fundo de investimentos de R$ 400 milhões, com o qual pretendia quitar dívidas com bancos e instituições financeiras. O fundo foi criado pela Galapagos Capital e administrado pela OutField, consultoria de gestão e estratégia especializada no meio esportivo.
No balanço de 2023, essas dívidas chegaram à casa de R$ 226 milhões e eram os maiores passivos do São Paulo – equivalente a 33% da dívida total. Esses números devem registrar um aumento expressivo no balanço a ser apresentado em abril, considerando o salto no passivo acumulado.
Por outro lado, o clube busca ampliar suas receitas com patrocinadores. Além do acordo com a Mondelez pelo naming rights do MorumBis, o São Paulo encaminhou a renovação com a Superbet, patrocinadora máster, para a exposição da marca até 2030, ano do centenário da equipe. Valores fixos de R$ 678 milhões podem chegar a R$ 1 bilhão com gatilhos de performance.
O São Paulo, eliminado na semifinal do Campeonato Paulista, treina nos últimos dias focado nas estreias do Campeonato Brasileiro e Libertadores. Luis Zubeldía, sob pressão dos torcedores pelo desempenho em campo, foi mantido para o início das competições. A equipe estreia neste sábado, 29, contra o Sport, no MorumBis, e na semana seguinte, 2 de abril, diante do Talleres, na Libertadores, fora de casa.
Clique aqui para ler a notícia em seu site original
Fonte: Paraiba.com.br